1. Combativo
  2. Eficiente
  3. Transparente
  1. Missionário
  2. Visionário
  3. Integral
  1. Corajoso
  2. Independente
  3. Conciliador
  1. Autonomia
  2. Reforma
  3. Agilidade

Por que Aramis Brito?

Conheça!

A atuação na política, na religião (como pastor), na literatura (como escritor) e na área social marcam a trajetória de Aramis Brito em mais de 25 anos de vida pública…

Saiba mais

Ele é:

  • Atuante
  • Independente
  • Combativo
  • Crítico
  • Propositivo
  • Porque atua de forma bastante propositiva como mostraram seus 15 meses de mandato como deputado estadual. No período, teve quatro leis aprovadas e fez 11 projetos de lei, duas Propostas de Emendas Constitucionais (PEC) e 26 emendas.

  • Porque faz parte de uma nova geração de políticos que têm o compromisso com as mudanças necessárias para o desenvolvimento do estado do Rio de Janeiro a partir da criação de leis de caráter bem abrangente.

  • Porque é um político forjado nas ruas, tendo sempre o diálogo com todos os segmentos da sociedade como sua principal motivação política para atuar de forma crítica, combativa e independente.

11

Leis e Projetos de Lei

26

Emendas Parlamentares

15

Indicações

4

Moções

1

Resolução

73

Ofícios de Solicitações

Propostas – O que ele quer fazer pelo Rio de Janeiro

Educação

Corrupção

Segurança

Turismo

Infraestrutura

Esportes

Opinião e Notícias

  • Político construído nas ruas

    Os alicerces da minha formação política aconteceram atuando na rua, conversando pessoalmente e diariamente com cada pessoa que cruzava. É um trabalho sistemático e disciplinado que envolve acordar muito cedo e buscar encontrar centenas de pessoas para saber quais são suas reivindicações, quais são suas dores, quais são suas expectativas e necessidades.

    É preciso mais que só ouvir; é preciso antes de tudo, perceber onde está a esperança de cada um em cada situação. Isto vai de encontro com meu sentimento cristão que norteia a minha existência e atuação.

  • Somos todos responsáveis pela mudança

    O barômetro global da corrupção de 2017, que mede a corrupção nas bases da pirâmide social (médicos, policiais, educadores, empreendedores, judiciais, serviços gerais), indica que o Brasil é o segundo país mais honesto da América Latina, atrás apenas de Trinidad e Tobago. Nessa base da pirâmide, somos cinco vezes menos corruptos que os mexicanos e duas vezes menos corruptos do que chilenos e uruguaios, veja esse exemplo.

    Foram espalhadas 12 carteiras como se tivessem sido perdidas pelas ruas das cidades em 16 países espalhados pelo mundo. São Paulo só perdeu para Helsinque (Finlândia) na quantidade de carteiras devolvidas aos donos; Belém do Pará foi mais honesta do que Madri, Londres e Berlim.

    Quando a pesquisa é feita na elite político-empresarial, o quadro muda radicalmente. O Brasil aparece como o quarto país mais corrupto entre 141 países (pesquisa do Fórum Econômico Mundial).

    O que esses fatos revelam? Revelam que temos dois países em um só. As pesquisas indicam que o brasileiro comum é trabalhador e tem como princípio a honestidade. O problema está no topo da pirâmide. As elites política e empresarial se uniram para saquear a sociedade.

    Uma boa parte dos políticos e partidos apadrinham chefes de órgãos públicos para arrecadar propinas; empresas pagam subornos para obter lucros estratosféricos, impedindo os dedicados e eficientes pequenos e médios empresários de crescerem.

    Precisamos mudar a política, e, para mudar a política, precisamos mudar os políticos. Hoje temos um ambiente próprio para a corrupção, temos um sistema perverso que sufoca quem deseja gerar riquezas para o país; a corrupção vem de cima para baixo. Essa desgraça nos acompanha há 500 anos.

    Precisamos virar esse jogo, e ele acontecerá de baixo para cima. Somos nós os responsáveis pela mudança. Sempre existirá uma alternativa para a falta de alternativas.

  • Educação revolucionária

    Nas minhas temáticas, tenho três preocupações básicas, sendo uma delas a educação. Tenho a convicção que temos, hoje, uma educação que não educa. Essa educação tem um objetivo de formar analfabetos funcionais.

    Vamos lutar por uma educação revolucionária no estado do Rio de Janeiro. Quando falo isso, fico até emocionado. Acho até que essa é uma questão civilizatória, sendo uma mudança de pensamento no Rio de Janeiro.

    A meta é fazer uma revolução na educação!

Veja por onde passou Aramis Brito

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