Open/Close Menu Aramis Brito Bezerra Junior, nasceu em 26 de novembro de 1964, na cidade de Itaguaí. Aos 53 anos, é casado com Flávia Brito e tem oito filhos. Pastor, escritor, professor, ativista político e com 25 anos de vida pública, é formado na Escola de Pastores de Niterói. Sempre interessado e envolvido com causas sociais, Aramis é cofundador do Seminário SETAV, no qual também ministrou aulas de espiritualidade e ética. No Seminário Escola de Pastores, ministrou aulas sobre ética e evangelismo…

O caos da saúde pública e privada

Todo brasileiro sonha com um sistema de saúde de qualidade. A nossa Constituição diz que este é um direito de todos. Infelizmente, a realidade passa longe dos sonhos dos brasileiros e da nossa Constituição.

Pesquisa encaminhada pelo Conselho Federal de Medicina revelou que 90% dos brasileiros estão insatisfeitos com o serviço de saúde na rede pública e privada.

Para Lígia Bahia, professora da Faculdade de Medicina da UFRJ e integrante da Comissão de Política, Planejamento e Gestão em Saúde da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), o mau atendimento, a demora absurda para o tratamento, a infraestrutura degradada, a dificuldade para conseguir uma consulta com o médico especialista, a impossibilidade de realização de cirurgias, exames de imagem em internações em leitos de UTI são os responsáveis por essa insatisfação.

Lígia Bahia afirma ainda que o setor privado vive drama parecido. Os planos de saúde estão longe de serem aquele encanto que vende nas propagandas. Em saúde o que importa é o diagnóstico correto e a condição segura do caso. Isso muitas vezes não ocorre na rede privada.

Ela está afirmando que o marketing faz uma propaganda enganosa, falsa em relação à realidade dos plano de saúde privado. Ainda na pesquisa 88% dos entrevistados acham que o Sistema Único de Saúde (SUS) deve ser mantido como modelo de acesso universal, integral e gratuito de saúde para todos os brasileiros.

Um dos grandes problemas da saúde pública no Brasil sua gestão política. E aí a pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz, Margareth Portela, diz o seguinte: “infelizmente não temos uma carreira de gestor hospitalar no serviço público”.

E aí meus irmãos, minhas irmãs, meus amigos, minhas amigas, brasileiras, fluminenses, cariocas, munícipes desses 92 municípios do estado do Rio de Janeiro, o combate à corrupção é fundamental. Dinheiro não falta. Falta gestão e ética na saúde pública do estado do Rio de Janeiro e no Brasil.

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