Propostas

Autonomia, reforma e agilidade. Esses três pilares sustentam as ideias de Aramis Brito, servindo de base para um conjunto de futuras propostas legislativas para o desenvolvimento do estado do Rio de Janeiro. Segurança pública, educação, turismo, infraestrutura, desmonte da máquina de corrupção do estado e esportes estão na lista de suas principais preocupações, sendo, na opinião dele, vitais para o Rio de Janeiro entrar nos trilhos e retomar o seu desenvolvimento econômico e social.

  • Educação revolucionária

    O objetivo é suscitar a vocação, fazendo com que o aluno passe da passividade para o protagonismo, o que leva ao seu desenvolvimento intelectual e cultural. O grande problema da educação, hoje, é que ela vê o aluno como um ser passivo, pois existe uma ditadura educacional.

    Esta educação revolucionária busca respeitar e trabalhar a verdadeira vocação do aluno, independente de qual seja ela. Uma ideia é criar um banco de vocações no estado do Rio de Janeiro, facilitando a busca das empresas por novos talentos.

    Nesse processo, é fundamental ter um professor que saiba interpretar e entender a vocação dos estudantes. Outra preocupação é com o término da obrigatoriedade do estudo de disciplinas que não tenham a ver com a vocação do aluno.

  • Desmonte da máquina de corrupção dentro do estado

    A proposta está baseada, em primeiro lugar, na criação de um Estado menor, que não se permita ser um Estado empresário, e sim um Estado pautado nos serviços para os cidadãos. A leitura hoje é que o Estado brasileiro é um Estado empresário. A corrupção surge quando o Estado se mete naquilo que não sabe fazer.

    O primeiro caminho para reduzir a corrupção é deixar de ser um Estado empresário e ser um Estado que serve, pautado em investimentos na educação, na saúde, na segurança, na infraestrutura, na cultura e no esporte.

    A proposta também envolve outras questões como a carga tributária, fiscalização, os incentivos fiscais e a redução da burocracia. Esta é a solução para mudar, e não um paliativo. Mesmo que cause um problema na Assembleia Legislativa, é preciso saber quem são as pessoas contra a mudança. Do contrário, a Casa estará dizendo que não quer mudar.

  • Segurança pública

    Hoje, existe uma falência na segurança pública do estado do Rio de Janeiro, que aconteceu não porque as coisas ficaram difíceis, mas sim uma falência provocada. No caso da segurança, é preciso ter uma política de estado e não apenas uma política de governo.

    Minha proposta busca dar autonomia de gestão e financeira para as polícias civil e militar, fazendo a integração das leis e das polícias, incluindo a Guarda Municipal armada, que, neste caso, dependeria de os municípios fazerem as leis para isso.

  • Turismo

    A proposta envolve ter autonomia para trabalhar o turismo no Rio de Janeiro, a partir do mapeamento das vocações de cada cidade do estado feito por técnicos capacitados, que será depois apresentado aos empresários com os potenciais turísticos de cada município.

    O turismo, se for realmente trabalhado como deve ser em função do potencial de todas as regiões do estado, resolve parte do desemprego do Rio de Janeiro, além de aumentar a arrecadação das cidades.

    É preciso, realmente, pensar o turismo no Rio de Janeiro como um negócio, capaz de trazer desenvolvimento econômico e social, empregos e geração de renda. Para isso, é necessário, sobretudo, fazer investimento em segurança pública e quebrar o poder paralelo que existe no estado.

  • Infraestrutura

    A minha proposta nessa área tem como objetivo ter a descentralização do transporte rodoviário, fazendo investimentos nos modais ferroviário e hidroviário para criar uma verdadeira mobilidade urbana, respeitando o direito do cidadão de ir e vir e fazendo com que o trabalhador tenha ganho de produtividade por perder menos tempo na sua locomoção.

  • Esportes

    Sempre com o foco de ter um Estado menor, defendo que a Secretaria Esporte do Estado do Rio de Janeiro tenha autonomia e uma gestão feita por pessoas técnicas, capacitadas e experimentadas para atuar em dois pontos principais.

    O primeiro é atuar na ressocialização dos jovens, pois acredito que isso é muito possível por meio do esporte. E o segundo é trabalhar na formação e desenvolvimento de atletas de ponta. Para que se possa ter investimento, então, é necessário ter autonomia.

  • Saúde

    O sistema de atendimento à saúde do Rio de Janeiro não consegue suprir as demandas. Para solucionar o atual problema, temos a ideia de promover acordos de cooperação técnica entre Estado e União, o que garante o aumento da equipe, como mais médicos, enfermeiros e técnicos nos hospitais, ampliando a capacidade de atendimento para a população.