Open/Close Menu Aramis Brito Bezerra Junior, nasceu em 26 de novembro de 1964, na cidade de Itaguaí. Aos 53 anos, é casado com Flávia Brito e tem oito filhos. Pastor, escritor, professor, ativista político e com 25 anos de vida pública, é formado na Escola de Pastores de Niterói. Sempre interessado e envolvido com causas sociais, Aramis é cofundador do Seminário SETAV, no qual também ministrou aulas de espiritualidade e ética. No Seminário Escola de Pastores, ministrou aulas sobre ética e evangelismo…

Transporte no sufoco

O Rio tem o pior sistema de transporte do mundo. Assim aponta pesquisa recente do Expert Market, instituto de pesquisa dos Estados Unidos, que avaliou 70 cidades, destacando pontos como o valor da passagem, o tempo de espera e as condições do transporte. A pesquisa só comprova o que o cidadão vive no dia-a-dia, pois o Rio tem um transporte horroroso. As pessoas padecem com isso.

Primeiro porque, há muitos anos, foi criada “a ditadura do transporte”. Só houve investimento no transporte rodoviário, pois ele sempre deu grandes lucros aos seus senhores; e nunca foi planejado, ou, se foi planejado, nunca saiu do papel.

Por aqui, nunca se investiu no transporte hidroviário ou ferroviário para desafogar. Você vê o absurdo de carros que todos os dias entopem as ruas e vias do Rio de Janeiro. Olha a Avenida Brasil, que é um caos.

Primeiro porque ela foi abandonada, totalmente esquecida. A obra iniciada foi deixada para lá, ficando o trânsito ainda mais caótico. Todo mundo que precisa da Avenida Brasil, do seu início ao final, para trabalhar, enfrenta uma demora de, no mínimo, quatro horas e meia.

Não se tem um sistema de escoamento hidroviário ou ferroviário. E isso vai continuar assim por muito tempo, pois não se vê nenhum candidato a governador falar sobre isso, e, quando fala, fala de uma forma muito tímida.

Para melhorar o transporte, é preciso mudar o pensamento dos homens Públicos do estado do Rio de Janeiro em relação a isso e também quebrar um ciclo vicioso de alta corrupção, de vantagens de ordem estritamente pessoais, de relações escusas, para que o transporte rodoviário não continue predominando, dando lucro para alguns e prejuízo para a maioria.

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